faminto rio eterno flow efêmero retorno labirinto palavra

Começo a perceber o sobrevoo circular sobre o território comum das minhas escolhas. As mais diferentes formas de dizer eu mesma. Quem de mim falou antes isso? Ah, sim, escritores. Eu, escritora? Certo gozo na voz dessas palavras. Na boca, o insaciável do efêmero. Nos olhos, a cegueira branca. Interrompida esta programação mente estômago coração por insetos fonéticos. Na teia, o labirinto. A memória em si tropeçada. Enrola presa ou por predador é enrolada? Sensação de aqui estive, eu mesma? Outros não eram os recados nestas paredes pichadas? No que dizem de si outras paredes não fazem modificada casa? Pode diferente rio transportar mesmas águas? Decora-me o delírio dentre bri’os. Colore um tudo o riso fácil da mais doce das incertezas, de errada e certa entre palavras. Oitchau, labrintorrio, até a próxima água a que me porei fadada.

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