rascunho

não há rascunho. por mais que transferências, vida inadiável. tudo muito, eu um pouco menos. sou quando? onde quiser. são só palavras? escrita, sinal de emergência. no respiro dos poros, a pele das limitações. nas dores em frestas, as palavras. alívio. vício. estranho e pouco prático? verdade e daí? qual o e-daí de todos? no café da manhã, jejum, ou banana, ou copo d’água, ou xícara de café, ou leite sem glúten, sem lactose, sem ácido, sem vaca, sem bezerro, esqueça o leite, e cuidado com o colesterol, que é dos ovos, que são da galinha engaiolada ao milho transgênico, mas os coma uma vez ao dia, junte 20 gramas de chocolate, uma taça de 200ml de vinho e sirva em brioches na boca do marido-presidente, que conta em sua insônia as esposas de que precisa para saber o preço de quantos trabalhadores nas prateleiras às commodities parcelado no cartão corporativo. misericórdia, universo senhor, fracasso miseravelmente. quando modesto acerto, desde tudo valeu a pena. paga plena, saber ser, ainda que também do pior, do melhor o resultado das próprias escolhas. ecologia do existir, cuidar do bom uso de si para o não controle de forças extremas. se por palavra afetação, encontro, beleza, que seja palavra então o espaço possível de eu mesma.

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