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arrastada a caixa de descarte à luz projetada do chão na janela. foi quando. o despertar era máquina de fazer escassilhos. de sonho parte daqui. do mar na concha o som do sal. na tampa do sol aquela casca de laranja do horizonte. na ausência espaço vidro. corpo de caco no liquidificador de remonte. de repente no céu um pássaro abriu o dia. a lágrima que caía parou, sorriu, era ali a liberdade de. acabada montagem-estrupício, então o silêncio. a paz entre fragmentos.

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