qual medo teria se o pássaro
conhecesse a solidão?
acerco-me dele um passo
na asa é sua a imensidão

lhe ofereço signos vários
para me observar não voa
destinos dois arbitrários
um horizonte sem proa

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Um comentário sobre “

  1. Gostei do ritmo do teu poema. Devagar, quase de forma distraída, vai pegando o leitor – parece uma onda preguiçosa acertando a pedra na foto. Mas adorei a ideia de que, debaixo da asa do pássaro, mora a imensidão: não é que é isso mesmo? 🙂

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